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  • Antonio Montano

Tati Oliva revela sua melhor experiência de Copa do Mundo

Em 2002, a vitoriosa Seleção Brasileira retornou ao país e, em vez do desfile oficial em carro de Bombeiros, subiu em trio elétrico com Ivete Sangalo


Tati Oliva (Foto:Franklin Maimone)


Tati Oliva, fundadora e sócia-diretora da Cross Networking e pioneira no Brasil no desenvolvimento e implementação de estratégias para negócios por meio de parcerias entre empresas, marcas e pessoas, está empolgada com a Copa do Mundo e torcendo pelo hexacampeonato da Seleção Brasileira. A empresária revela que um dos momentos mais emocionantes que teve na vida foi uma experiência em 2002, após a conquista do penta da Seleção na competição realizada no Japão e na Coreia do Sul.


Quem não lembra do capitão Cafu erguendo a taça e mostrando a inscrição que fez na camisa? “100% Jardim Irene”. A homenagem do jogador ao bairro onde nasceu e cresceu em São Paulo (SP) ficou na memória de todos.


Os brasileiros que vivenciaram aquela Copa certamente se lembram da emoção daquele momento, um país inteiro unido. Foi literalmente “A Festa” (composição de Anderson Cunha), conforme a canção famosa na voz de Ivete Sangalo, música que Felipão usou para motivar os jogadores durante a competição.


“Aquele momento, ainda hoje, me dá muita emoção. Na época, eu trabalhava no Banco de Eventos e cuidava da conta da Ambev/Brahma, patrocinadora do time. Para festejar o retorno dos jogadores ao Brasil, a patrocinadora programou um trio elétrico. Porém, a gente não sabia onde os atletas desembarcariam, se em São Paulo (SP), no Rio de Janeiro (RJ) ou em Brasília (DF)”, conta Tati.


O jeito foi deixar tudo meio que preparado nas três cidades. “Imagine que trabalho! Mas é daqueles trabalhos que valem cada gota de suor. Com a confirmação de que o desembarque seria em Brasília (DF), começou o corre-corre definitivo para que a recepção fosse um momento inesquecível”, diz Tati.


Os jogadores, após o desembarque, iriam para o desfile em carro dos Bombeiros. Mas no meio do caminho tinha o trio elétrico da AmBev/Brahma, com Ivete Sangalo! Não teve como seguir o protocolo da recepção oficial aos atletas.


Alguns meses antes disso, Tati tinha feito uma viagem para um amistoso da Seleção Brasileira em Portugal e conhecido os jogadores. Então, quando o baiano Edílson (o Capetinha) a viu em Brasília, deu “oi” e nesse momento Tati aproveitou para avisá-lo que a conterrânea dele Ivete estava no trio.


“Edílson tomou a frente e chamou os jogadores. Um a um, eles subiram no trio. Foi incrível: 500 mil pessoas no trajeto do aeroporto até o Palácio da Alvorada. No percurso de cerca de 15 km, os atletas cantaram, batucaram e festejaram da forma mais que merecida, em uma verdadeira onda de alegria. O povo nas ruas estava em êxtase”, diz a empresária.


“Essa história nunca saiu da minha cabeça. 20 anos se passaram. Pena que naquela época os celulares ainda não eram sofisticados como os de hoje, para fazer um monte de fotos e vídeos! Agora, essa história volta com força à minha mente, com um significado ainda mais importante do que vencer uma Copa. Hoje, o Brasil está politicamente polarizado, dividido. Meu desejo é que a Copa deste ano seja de vitória da nossa Seleção. O futebol é o nosso esporte, e a torcida tem o poder de nos unir novamente”, complementa Tati.

Sobre Tati Oliva


Com uma visão inovadora da comunicação e do marketing, Tati Oliva trabalha com o conceito de colaboração entre empresas, marcas e pessoas desde muito antes da popularização do termo collab. Em julho de 2008, ela fundou a Cross Networking, da qual é sócia-diretora. Em 2018, para marcar os dez anos de sucesso da Cross, a empresária lançou o livro autobiográfico “Um Mais Um é Maior que Dois”, no qual apresenta sua trajetória pessoal e profissional.

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